Calcule sua conta de luz, consumo em kWh e custos de energia. Simule gastos de eletrodomésticos com tarifas por faixas, taxas fixas e economia solar.
Calcule sua conta de luz, consumo em kWh e custo de energia. Estime gastos de eletrodomésticos com tarifas por faixas, taxa mínima e economia solar.
Taxa na qual um aparelho consome energia ativa por unidade de tempo, expressa em Watts (W) ou Quilowatts (1 kW = 1.000 W). A potência nominal indicada na etiqueta do fabricante reflete a carga máxima contínua; o consumo real depende dos ciclos térmicos e de acionamento do compressor.
Tempo total de funcionamento ativo da carga elétrica em um ciclo de 24 horas. Equipamentos termostaticamente controlados (como ar-condicionado, geladeira e bomba de calor) ligam e desligam ciclicamente, com ciclo de operação efetivo entre 30% e 65% do tempo total ligado.
Energia elétrica acumulada consumida ao longo de um ciclo mensal de faturamento da concessionária, medida em quilowatts-hora (kWh). Um kWh equivale a mil watts consumidos de forma contínua durante uma hora. Uma residência típica consome em média de 150 a 300 kWh/mês.
Custo volumétrico cobrado pela distribuidora por quilowatt-hora consumido (somatório de Tarifa de Energia - TE e TUSD, acrescido de impostos e bandeiras tarifárias). As tarifas residenciais variam tipicamente entre R$ 0,65 e R$ 1,15/kWh dependendo da região e tributos locais.
Valor mínimo mensal cobrado pela distribuidora para cobrir a manutenção da infraestrutura de rede, medição e atendimento ao cliente (padrão monofásico, bifásico ou trifásico, além da CIP/iluminação pública), faturado independentemente de haver consumo.
Limiares volumétricos de consumo onde o preço marginal por kWh aumenta progressivamente ou enquadramento em faixas de subsídio (como Tarifa Social). Utilizado para calcular tarifas escalonadas por blocos ou adicionais de bandeiras tarifárias por patamar de demanda.
Valor monetário creditado ao proprietário de energia solar conectada à rede pelo excedente de energia injetado no sistema de distribuição sob o regime de compensação de Geração Distribuída (Marco Legal da GD), compensando a Tarifa de Energia e parcela da distribuição.
Aparelhos eletrônicos, smart TVs, receptores de TV a cabo, consoles e carregadores consomem de 50 a 120 Watts de energia contínua mesmo quando aparentam estar desligados (modo de espera/standby). Ao longo de um mês, esse consumo vampiro acumula de 36 a 86 kWh — adicionando de R$ 30,00 a R$ 85,00 à conta de luz sem nenhuma utilidade real. O uso de filtros de linha com chave geral ou tomadas inteligentes elimina totalmente esse desperdício oculto.
Na modalidade de Tarifa Branca (horário de ponta e fora de ponta), a eletricidade consumida no horário de pico (geralmente entre 17h30 e 20h30 nos dias úteis) chega a custar de 2 a 3 vezes mais do que no horário fora de ponta. Programar aparelhos de alto consumo — como máquinas de lavar e secar roupas (2.000W a 3.500W), lava-louças (1.500W) e recarga de veículos elétricos (7.000W) — para operar à noite ou de madrugada reduz o custo dessa demanda flexível em até 50% a 65%.
Tarifas progressivas e bandeiras tarifárias cobram um valor moderado no consumo básico, mas penalizam o consumo excessivo com sobretaxas severas. Usar um ar-condicionado convencional sem tecnologia Inverter no verão pode acrescentar de 200 a 450 kWh mensais à conta, empurrando a residência para faixas superiores ou ativando encargos pesados. Cada 1°C a menos no termostato abaixo de 24°C eleva o consumo de refrigeração em 7% a 10% no patamar tarifário mais oneroso.
A tarifa de consumo nominal informada em propagandas representa apenas uma fração do custo real por quilowatt-hora. A fatura de energia desmembra as cobranças em Tarifa de Energia (TE), Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição (TUSD), encargos setoriais e tributos elevados (ICMS, PIS, COFINS e taxa de iluminação pública CIP/COSIP). Calcule sempre a sua tarifa efetiva dividindo o valor total líquido da fatura (subtraindo eventuais multas) pelo número total de kWh medidos.
Discrepâncias entre a soma dos aparelhos e a conta de luz costumam decorrer de cargas térmicas não contabilizadas: chuveiro elétrico (que consome de 5.500W a 7.500W com banhos prolongados), perdas térmicas contínuas em aquecedores de água elétricos (boilers), fiação antiga com fuga de corrente, compressores de geladeiras com borrachas de vedação desgastadas, além da incidência de impostos cumulativos (ICMS/PIS/COFINS) e taxa fixa de iluminação pública (CIP).
A plaqueta de especificações do fabricante indica a potência máxima de pico sob esforço mecânico extremo, e não o consumo contínuo em regime constante. Por exemplo, o compressor de uma geladeira com etiqueta de 150W opera apenas em ciclo de trabalho intermitente de 30% a 40%, gerando um consumo médio real de 45W a 60W. Para equipamentos termostáticos ou intermitentes, calcule: (Watts da Etiqueta × Ciclo de Trabalho % × Horas Ligado) / 1.000.
Recarregar um veículo elétrico para rodar 1.500 km por mês consome aproximadamente 250 a 350 kWh adicionais. Em tarifas convencionais, esse volume se soma integralmente ao consumo doméstico basal, elevando a base de cálculo tributária ou ativando bandeiras tarifárias mais caras. Adote a Tarifa Branca ou planos horários específicos da distribuidora e programe o wallbox para carregar exclusivamente nas madrugadas (fora de ponta, entre 00h00 e 06h00).
Mesmo quando o sistema solar fotovoltaico gera 100% dos kWh consumidos no ano, as normas das distribuidoras exigem o pagamento do custo de disponibilidade da rede (tarifa mínima monofásica de 30 kWh, bifásica de 50 kWh ou trifásica de 100 kWh), contribuição de iluminação pública (CIP) e, sob as regras do Marco Legal da GD (Lei 14.300), a remuneração gradual da TUSD Fio B para a energia injetada e compensada.
Para calcular o valor da conta de luz, multiplique a quantidade total de quilowatts-hora (kWh) consumidos no mês pela tarifa cobrada pela distribuidora (já com impostos inclusos), e depois adicione o custo de disponibilidade/taxa mínima e a taxa de iluminação pública (CIP): Valor da Conta = (Total de kWh × Tarifa por kWh) + Encargos Fixos + CIP. Por exemplo, consumindo 250 kWh com uma tarifa total de R$ 0,85/kWh e uma CIP de R$ 15,00, a conta resulta em (250 × 0,85) + 15,00 = R$ 227,50.
Manter um aparelho de 1.000 Watts ligado por exatamente 1 hora consome 1,0 quilowatt-hora (kWh) de energia elétrica (1.000W × 1h / 1.000 = 1 kWh). Considerando a tarifa média de R$ 0,85 por kWh, esse aparelho custará R$ 0,85 por hora de uso contínuo. Se for utilizado durante 4 horas diárias ao longo de 30 dias (120 kWh/mês), o custo mensal será de R$ 102,00.
Uma residência típica com 3 a 4 pessoas consome entre 150 e 300 kWh por mês, dependendo da frequência de uso de chuveiro elétrico e ar-condicionado. Com tarifas residenciais médias variando entre R$ 0,65 e R$ 1,15 por kWh (incluindo ICMS, PIS, COFINS e taxa de iluminação), a conta de luz oscila entre R$ 130,00 e R$ 320,00 mensais, podendo ultrapassar R$ 500,00 nos meses de verão com aparelhos de climatização em operação contínua.
O chuveiro elétrico e o ar-condicionado são os maiores responsáveis pelo consumo de energia em residências, correspondendo de 35% a 50% da fatura total. Em segundo lugar vem a geladeira/refrigerador (15% a 25%), que funciona 24 horas por dia, seguida pela máquina de lavar/secar roupas e ferro elétrico (10% a 15%), aparelhos em modo de espera (standby, cerca de 5% a 10%) e iluminação (5% a 8%).
Na tarifa convencional monômia, cada quilowatt-hora consumido tem o mesmo preço básico unitário (ex.: R$ 0,80/kWh), independentemente do volume total do mês (embora possam incidir alíquotas de ICMS progressivas). Já no modelo por faixas ou blocos invertidos (comum em vários países e em tarifas sociais), o consumo inicial até um limite básico possui valor subsidiado mais baixo, enquanto os blocos excedentes recebem acréscimos progressivos para desestimular o desperdício.
Aviso legal: Esta ferramenta é fornecida estritamente para fins educativos e informativos, não constituindo consultoria financeira formal nem compromisso tarifário vinculante. Consulte sua concessionária de energia antes de tomar decisões. A tarifa horária (Tarifa Branca / Time-of-Use) varia o custo por quilowatt-hora conforme o horário do dia e a estação do ano. Os horários de ponta (geralmente das 17h30 às 20h30 nos dias úteis) possuem tarifas mais elevadas devido à sobrecarga da rede elétrica, enquanto os horários fora de ponta (madrugada, manhã e fins de semana) oferecem tarifas de eletricidade consideravelmente mais econômicas.
Calcule o índice DTI e comprometimento de renda instantaneamente. Compare o DTI habitacional e total com os limites de Fannie Mae, FHA e VA com simulador de empréstimo máximo.
Converta medidas culinárias entre xícaras, gramas, colheres de sopa, onças e mililitros. Ajuste proporções de receitas com tabelas de densidade e temperaturas de forno.
Calcule juros de CD, rendimento APY e valor de resgate no vencimento de certificados de depósito. Compare capitalização, penalidades de resgate e impacto fiscal.
Converta binário para decimal com nosso conversor e calculadora. Suporta complemento de dois com sinal, bits fracionários e cálculo passo a passo.
Converta códigos de cor HEX em RGBA com opacidade e transparência alfa instantaneamente. Suporta códigos hex de 3, 6 e 8 dígitos, conversão em lote e saída CSS pronta para uso.
Calculadora de comissões para simular repasses de vendas, taxas escalonadas, divisão de corretores e metas reversas para atingir o faturamento ideal.